A Casa do Terror – Hammer House of Horror – O visitante do túmulo – legendado PT

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Visitante do Túmulo (Visitor From the Grave). 22/11/1980.

Direção: Peter Sasdy. Roteiro: Anthony Hinds. Elenco: Kathryn Leigh Scott (Penny Van Brutten), Simon MacCorkindale (Harry Wells), Gareth Thomas (Policial Richard / Swami Gupta Krishna), Mia Nardi (Margaret Tabori), Stanley Lebor (Charles Willowbee).
Sinopse: Uma americana rica, Penny Van Brutten (Kathryn Leigh Scott, da longa série de TV “Sombras da Noite” / “Dark Shadows”, 1966/71), sofre de problemas psiquiátricos e vive com seu marido Harry Wells (Simon MacCorkindale) numa casa de campo no interior da Inglaterra. Numa noite, sozinha em casa, ela é surpreendida pela invasão de um homem violento, Charles Willowbee (Stanley Lebor), à procura de seu marido para cobrar dívidas. Ela reage e mata o homem com um disparo de rifle num dos olhos. O marido decide encobrir o crime eliminando as evidências e enterrando o corpo. A partir daí, a moça perturbada piora progressivamente em seu estado de sanidade, alegando que está tendo visões com o homem assassinado, como um “visitante do túmulo” à procura de vingança. Ela solicita ajuda para uma médium e cartomante, Margaret Tabori (Mia Nardi), que realiza uma sessão espírita e por sua vez, prefere chamar alguém mais poderoso e experiente, o indiano Swami Gupta Krishna (Gareth Thomas), para tentar resolver o problema com o fantasma vingativo e atormentado.

Comentários: Aqui temos novamente um episódio com uma história de fantasma vingativo (o outro é o de número 4, “Dor Intensa”), sendo dessa vez um homem violentamente assassinado que retorna da tumba para atormentar a mulher que o matou em legítima defesa. Temos uma grande reviravolta nos momentos finais, mas a história esbarra em clichês desgastados e não empolga como deveria, com um resultado geral apenas mediano. Curiosamente, o roteiro é de John Elder, pseudônimo de Anthony Hinds, o criador da “Hammer” ao lado de Michael Carreras. Apesar de não acertar nesse episódio, com uma história fraca em conteúdo, ele foi o responsável pelo roteiro de muitos filmes divertidos do estúdio inglês como “A Maldição do Lobisomem” (1961), “O Fantasma da Ópera” (1962), “O Monstro de Frankenstein” (1964), “Drácula — O Príncipe das Trevas” e “A Serpente” (ambos de 1966), “O Sangue de Drácula” (1970), entre outros.

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